Hoje comemoramos o 1º de Maio, marco mundial em memória ao esforço diário de trabalhadoras e trabalhadores. E se essa Pandemia pode nos ensinar algumas coisas, uma delas é entender o que o trabalho significa para todos nós.
Trabalho não pode ser mais ser considerado apenas o emprego. Trabalhamos quando construímos ativamente uma cidade melhor para as pessoas à nossa volta. Trabalhamos quando temos empatia e agimos com gentileza e sabedoria, pois sedimentamos um futuro melhor.
Também trabalhamos apesar de regras fixas de expediente, escritórios, patrões e contas a pagar. Dedicamos boa parte da nossa existência para executar uma tarefa que é necessária para todos os nossos iguais.
Não posso deixar de colocar aqui, que a pandemia deveria nos ensinar a valorizar mais os serviços públicos, e os trabalhadores e trabalhadoras dessas instituições. O que seria de nós sem o SUS, as Universidades Públicas, a Guarda Municipal, os Bancos Públicos, e tantos outros, em um país onde pouquíssimos podem pagar plano de saúde, contas correntes privadas, e segurança particular.
E quem faz essas instituições girarem são pesquisadores, médicos, enfermeiros, bancários, cozinheiros, assistentes sociais, cuidadores, auxiliares de serviço geral, agentes administrativos... São pessoas de carne e osso, que adoecem, que são taxadas de vagabundos por anos.
Mas apesar dos ataques de uma parte da população - que cospe em quem as serve, categorias ofendidas, humilhadas, com salários atrasados, congelados, com equipamentos mínimos de proteção negligenciados, entrando em salas preenchidas por doença infecciosa com pouco mais que uns pedaços de pano no corpo, - continuam trabalhando como dá.
Em um país com índices de desemprego recorde, desigualdade social brutal, avanços da precarização dos direitos adquiridos, e agora uma doença que, sim, leva o povo ao limite financeiro. Trabalhar tem que significar mais que uma vaga para ser explorado.
Que os trabalhadores sejam os operadores da dignidade, aqueles que movimentam o mundo.
Jamais esqueçam o 1º de Maio!
Trabalho não pode ser mais ser considerado apenas o emprego. Trabalhamos quando construímos ativamente uma cidade melhor para as pessoas à nossa volta. Trabalhamos quando temos empatia e agimos com gentileza e sabedoria, pois sedimentamos um futuro melhor.
Também trabalhamos apesar de regras fixas de expediente, escritórios, patrões e contas a pagar. Dedicamos boa parte da nossa existência para executar uma tarefa que é necessária para todos os nossos iguais.
Não posso deixar de colocar aqui, que a pandemia deveria nos ensinar a valorizar mais os serviços públicos, e os trabalhadores e trabalhadoras dessas instituições. O que seria de nós sem o SUS, as Universidades Públicas, a Guarda Municipal, os Bancos Públicos, e tantos outros, em um país onde pouquíssimos podem pagar plano de saúde, contas correntes privadas, e segurança particular.
E quem faz essas instituições girarem são pesquisadores, médicos, enfermeiros, bancários, cozinheiros, assistentes sociais, cuidadores, auxiliares de serviço geral, agentes administrativos... São pessoas de carne e osso, que adoecem, que são taxadas de vagabundos por anos.
Mas apesar dos ataques de uma parte da população - que cospe em quem as serve, categorias ofendidas, humilhadas, com salários atrasados, congelados, com equipamentos mínimos de proteção negligenciados, entrando em salas preenchidas por doença infecciosa com pouco mais que uns pedaços de pano no corpo, - continuam trabalhando como dá.
Em um país com índices de desemprego recorde, desigualdade social brutal, avanços da precarização dos direitos adquiridos, e agora uma doença que, sim, leva o povo ao limite financeiro. Trabalhar tem que significar mais que uma vaga para ser explorado.
Que os trabalhadores sejam os operadores da dignidade, aqueles que movimentam o mundo.
Jamais esqueçam o 1º de Maio!
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